N

Neste blog por vezes escreve-se segundo a nova ortografia, outras vezes nem por isso.


terça-feira, 30 de abril de 2013

AFINAL MEXERAM-SE E BEM


É chato, mas os factos são teimosos e muito haveria ainda por dizer. Mas o que tira do sério alguns é como uma equipa que ficou sem o seu meio campo (Javi e Witsel) dias antes do início campeonato, sem o capitão por castigo uns dez jogos (Luisão) e que entretanto não se reforçou, viu anulado o golo da vitória logo na primeira jornada (Braga), foi escandalosamente prejudicado na 4ª jornada (Académica) e na 18ª jornada (Nacional) - por curiosidade 3 dos 4 jogos em que perdeu pontos – pode estar nesta altura com reais possibilidades de chegar ao título.
Esta posição pública do Benfica, se tem algum defeito, chama-se atraso. Mais vale tarde que nunca.   



JL

ANDAMOS TODOS A PENSAR NO 33

JL

segunda-feira, 29 de abril de 2013

O HOMEM, O CÃO E O ÁRBITRO

Está em qualquer manual de jornalismo para principiantes: a notícia é apenas quando o homem morde o cão porque o contrário sendo normal, não é, obviamente motivo de interesse jornalístico.
A semana passada ficou marcada, como todos sabemos, por um homem que abocanhou furiosamente um cão, ou antes um lagarto, não se comovendo com dúzia e meia de penaltis reclamados pela agremiação do Campo Grande.
Entre mergulhos com elevada nota artística, supostas placagens ou simples aselhice, o tal Capela ter-se-á atrevido a não assinalar qualquer penalty contra o Benfica: um roubo, um escândalo, uma afronta.
E sobretudo uma bela noticia, como não poderia deixar de ser.

Felizmente, tudo voltou ao normal e os cães voltaram a fincar o dente: o Xistra lá deu a ajuda do costume à equipa do Bitó e os choramingas do Lumiar lá recolheram os dividendos da campanha de beneficência lançada após o jogo na Luz: uma expulsão perdoada e o golo da vitória em fora de jogo.
Tudo normal, portanto: nada que dê para uma semana de intermináveis e inflamados debates, declarações de fina ironia e pedidos de cadeira elétrica para os árbitros em questão.

Assim é que é bonito: de más notícias estamos nós fartos.

RC

domingo, 28 de abril de 2013

UM PORQUINHO CHAMADO SERPA


Num artigo de opinião que envergonharia qualquer um dos fundadores ou dos grandes mestres do jornalismo que já passaram por aquela casa, Serpa mostra bem ao ponto a que chegou o jornalismo desportivo em Portugal.

Em “A Bola” de ontem, o  director que faz do anti-benfiquismo primário um autêntico modo de vida, pergunta se “Porto e Benfica estarão mesmo interessados em destruir o sistema e construir algo de sério “.
E mais à frente, continua: “Umas vezes uns, outras vezes outros e sempre os mesmos sacrificados, sendo certo que Porto e Benfica acabarão, sempre, por ter menos razões de queixa”.

Fica, pois, confirmado que para Serpa, é tudo a mesma coisa, sendo Porto e Benfica duas faces da mesma moeda, uma espécie de Dupont e Dupond, daquilo a que se chama “o sistema”.

É tempo, pois, de sabermos tudo: seguramente Serpa terá tido acesso a escutas telefónicas em que Vieira e seus pares falavam de fruta e café com leite para árbitros, em que dirigentes do Benfica falavam de malas com quinhentinhos para árbitros.
Certamente Serpa saberá de árbitros que foram recebidos na casa de Vieira ou em bares de alterne, propriedade de algum dirigente benfiquista.
Evidentemente que Serpa terá bem presente na memória a agressão cobarde de que Carlos Pinhão foi vitima, a mando do presidente do Benfica ou de algum dos seus brutais capangas.
Obviamente que Serpa se recorda bem dos “chitos” de que se orgulhava Adriano Pinto, histórico dirigente da Associação de Futebol de Lisboa e que tanto poder oculto ou não, granjearam ao Benfica.
E claro que Serpa não esquece a fuga de Vieira para a Galiza, previamente avisado por um juiz amigo, como convém.
O célebre “Apito Dourado” nasceu nas profundezas do Estádio da Luz, não foi, Serpa ?

Serpa manipula, desinforma, deseduca, intoxica, confunde.
Deliberadamente, como é óbvio.
Na ressaca de uma semana em que de todos os cantos, desesperados e frustrados vários assestaram baterias contra o Benfica, Serpa junta-se à horda e dá largas ao anti-benfiquismo que, de resto, nunca fez gala em esconder ou dissimular.
Desta vez, em desespero de causa, excedeu-se, porém, recorrendo sem pudor nem vergonha à maior das ofensas e das calúnias, pretendendo meter no mesmo saco um clube sério, honrado, leal, digno com um associação criminosa que nos últimos 35 anos não terá conquistado um único titulo de forma limpa, honesta, sem mácula.

Serpa finge esquecer ou ignorar quem tem sido o grande prejudicado ao longo desta espécie de longa noite em que o futebol português está mergulhado há mais de 3 décadas: o Benfica, obviamente, que quase sempre sozinho tem travado uma batalha nem sempre bem sucedida contra a corrupção, a vigarice, a batota.
Tudo isto, enquanto Serpa ouve deleitado o velho senil a declamar António Nobre.

Serpa é isto mesmo: um traste e um sabujo sem dignidade nem coluna vertebral, que mais não faz do que emporcalhar as páginas, a história e a tradição de um jornal que já foi “A Bíblia” do futebol português e que durante décadas foi uma escola de grandes Homens e de notáveis jornalistas.


RC 

ESTRATÉGIA ERRADA?

O Benfica tem fugido de comentar as arbitragens como o diabo da cruz. Pode ser uma estratégia aceitável, se o intuito for concentrar a equipa apenas no jogo num momento mais que decisivo. Mas é exactamente a mesma estratégia usada no ano passado. Meses de silêncio até à derrota final.
Não me lixem, porque estou farto de ver as imagens. Não houve um único penalti por marcar a favor dos lagartos no último dérbi. É factual. No entanto, mais uma vez, os nossos “amigos” da 2º circular andam há dias de mãos dadas com os andrades, a ocupar páginas dos jornais com a história do Capela. Quanto mais se fala desta história, mais será desculpável um eventual e futuro prejuízo ao Benfica.
Ontem voltou a haver erros no Ladrão, como já é habitual. Ao não ter o reflexo merecido nos jornais é como se não existisse. Aqui é que falha toda a estratégia comunicacional do Benfica. Ao viver entrincheirada no conforto do seu grupo editorial (TV, jornal, revista), o Benfica (os seus atletas e equipas) está completamente abandonado fora desse círculo restrito. O Porto tem O Jogo, o Sporting oficiosamente tem o Record e o Benfica de A Bola só tem a fama, o proveito é apenas para o jornal.
A acrescentar a este panorama existem as televisões. Uma Sport TV permanentemente em guerrilha com o clube e uma RTP infestada de gente formada no Monte da Virgem. Na SIC e TVI o cenário não melhora, visto que foi à RTP que recrutaram muitos dos profissionais.  
Amanhã, quando Benfica entrar nos Barreiros, os nossos jogadores terão de ser indiscutivelmente os melhores. Qualquer hesitação, erro ou azar será aproveitado.  Tenho para mim que este desamparo mediático foi um dos factores da derrocada da época passada. A situação não melhorou. Sintomático é facto de, depois do jogo de ontem do Porto, a única voz a levantar-se, e a ter espaço, ter sido a do Querido Manha. Ao que chegámos.    

PS: Estou a escrever isto e na SIC passa uma reportagem sobre a "sorte" que o Benfica tem tido na Liga Europa. Teve 7 bolas ao poste em 7 jogos, realçaram. Em sete jogos em que só perdemos um e empatámos outro. Por falar em sorte, e que tal se fizessem referencia há quantidade penaltis que neste campeonato marcaram contra o Porto, ou sobre número jogos que o sporting ganhou esta época sem ser com um golo aos últimos minutos. Isso sim é sorte.
Mas sorte, sorte mesmo é existir internet e televisão por cabo com dezenas de canais à disposição.
 
JL

O QUE É DEMAIS ENJOA (II)


Espinho, Águas Santas, Braga, Oliveirense.
Quatro adversários, quatro modalidades, o mesmo destino: a derrota.
E estamos nisto: modalidades de alta competição, atletas pagos a tempo e horas e muito acima da média, com condições de treino e de assistência médico-desportiva ímpares em Portugal.
Hóquei e andebol entregaram os campeonatos, o futsal cumpre uma época vergonhosa, o voleibol para não variar, vacila na hora decisiva.
Numa qualquer empresa, tudo isto seria aferido pelo rácio cust to income e muita desta gente, entre jogadores, treinadores e restante staff iria para o olho da rua.
Não é, porém, de uma qualquer empresa que se trata, mas a questão de fundo é a mesma: a maior parte desta gente não tem garra, mística, ambição, espírito de conquista e de sacrifício para envergar a mais bela camisola do mundo.

Os tempos não estão para continuar a desperdiçar recursos, sejam tempo ou dinheiro, com quem já provou que não o merece.

De uma vez por todas, seria importante que alguém dissesse a estes meninos que a festa chegou ao fim.

sábado, 27 de abril de 2013

EM QUEDA LIVRE

A tarde começou com o vólei apático em Espinho. Ao terceiro set acordaram, mas ao quarto, devido um conjunto de erros infantis, entregaram literalmente o jogo ao adversário. A seguir foi o futsal a despedir-se da taça. Talvez nos tenham poupado, considerando a forma como têm jogado.
Mas a tarde ainda era uma criança e nossos amigos do andebol resolveram entregar praticamente o título ao Porto. Mais uma derrota, desta vez com Águas Santas. O mais incrível é que o Benfica esteve a ganhar por seis. Assim é difícil referir a vergonhosa arbitragem.
Por fim e para acabar em beleza o hóquei deu mais um passo atrás empatando na Oliveirense. Desfalcado e com as habituais macaquices da arbitragem é certo, mas continuamos a falhar oportunidades em barda.
Resumindo, os andrades com as mãos nos títulos de hóquei e andebol, futsal fora da taça e vólei mais uma vez na corda bamba.  
Urgente uma limpeza
JL

O QUE É DEMAIS ENJOA

Até podemos ganhar o campeonato na Luz, mas uma coisa está provada, o voleibol do Benfica precisa de uma mudança. E radical. Faz-se um investimento enorme, ano após ano, deixando de dar as condições mínimas a outras áreas clube e depois de passarmos as fases regulares como se fosse um passeio, invariavelmente, morremos na praia.
As coisas devem ser vistas da seguinte forma, mesmo partindo do princípio que o Benfica consiga no próximo fim-de-semana ultrapassar os seus fantasmas e vencer a negra, quanto nos ficaria a custar este campeonato? São quatro anos de forte investimento para apenas um título (se calhar nem isso) e umas tacinhas. Compare-se então o investimento feito pelo Espinho e a quantidade de vitórias nos últimos anos.  
Este projecto tem um rosto e por mais benfiquista que seja e por mais vontade que tenha, a sucessão de insucessos é insustentável. Ou muda-se a modalidade ou acaba-se com ela.
JL

sexta-feira, 26 de abril de 2013

HÁ GENTE MUITO BEM INFORMADA

JL

DE MUITOS, UM


Era uma tarde ensolarada de Maio do ano da graça de 1998 e faltavam 5 dias para 20 anos depois voltarmos a uma final da saudosa Taça dos Campeões Europeus.

O treinador era o mal amado Toni (a tendência obsessiva para maltratarmos os nossos, há-de um dia ser alvo de estudo…) que com uma equipa digna mas bem curta, conseguia o inimaginável milagre de nos pôr a sonhar de novo.

Toni ia fazendo a gestão possível e impossível, poupando alguns dos melhores para uma final com que a nação benfiquista sonhava há 20 anos.
Diamantino em grande forma e autêntica jóia da coroa numa equipa pobre de grandes talentos, ia sendo poupado sempre que possível num campeonato que estava já perdido.
Como habitualmente sempre que se tratava de Toni, a nação benfiquista foi implacável criticando sem piedade nem razão a gestão que o treinador ia fazendo.

O resto é história: a 5 dias da final, Toni ensaia o onze para Estugarda e um rapaz de nome Adão entra para a história fracturando a perna a Diamantino e transformando a conquista do 3º título europeu num sonho quase impossível.

Não sei quantas vezes Toni se terá arrependido daquela opção naquele fatídico dia: o futebol é um desporto estupidamente ingrato e em que todos somos detentores de toda a verdade depois do jogo terminar.

Tudo isto a propósito do jogo de hoje na Turquia em que o Benfica perdeu com uma equipa claramente inferior.
Depois do jogo, todos sabemos tudo e todos temos erros a apontar.
Talvez a famosa gestão do plantel não seja a mais correcta; talvez uma vez mais, Jesus tenha ficado a um pequeno passo de provar que ainda não é um enorme treinador a nível europeu; talvez se tenha provado definitivamente que, com grande pena de todos nós, Aimar já não é jogador para estas andanças; talvez tenha ficado evidente que Carlos Martins apesar de todas as lesões, poderia e deveria ter sido melhor aproveitado ao longo da época; talvez tenha ficado à vista de todos que Melgarejo apenas desenrasca mas que, definitivamente, não é defesa-esquerdo; talvez muitos de nós tenhamos sentido a falta de Nolito ou Bruno César perante um Ola John demasiado cru e incipiente para um jogo com este grau de exigência.

Talvez tudo isto ou o seu contrário: depois deste jogo tudo parece mais óbvio mas de certezas está também o inferno cheio.
De tudo isto se fará discussão: chegará a hora dos grandes balanços, mas por agora chegou, evidentemente, a  hora de deixarmos de lado as nossas pequenas-grandes certezas, as nossas verdades.

Não há tempo para polémicas, discussões, discordâncias, criticas arrasadoras.
Mais do que nunca, terminado o jogo em Istambul, o tempo é de união.

De muitos, um: é apenas disso que se trata.



RC

quinta-feira, 25 de abril de 2013

FENERBAHÇE, ORGULHO NACIONAL?

Se não é, pareceu. Na SIC pareceriam que estavam a relatar a batalha de Aljubarrota e o Benfica representava os espanhóis. Os erros dos árbitros eram sempre em prejuízos dos Turcos, coitados. E a festa que deve ter sido naquele estúdio quando o árbitro marcou penalti? Azar. Segundo os profissionais da SIC foi uma pena, porque “a bola ia direitinha à baliza”, mas bateu no poste. É certo que o poste faz parte da baliza e nesse caso tinham toda a razão. Mas o lamento era tão forte, que parecia que o poste se tinha movimentado e evitado o golo do “nosso” Fenerbahçe. Hoooo!!!. Gritou- se em Carnaxide no momento do falhanço. Que pena, "o jogador do Fenerbahçe vai para os balneários a chorar”. Coitadinho, pensámos nós.
 A seguir veio a maldita lesão do…do tuga neo punk…o…não me lembro agora o nome. 500 vezes, 500, foi dito que se esperava sinceramente que a lesão estivesse ultrapassada para jogar no estádio da Luz daqui a 6 dias. 6 dias? Eu espero é que só volte a jogar daqui a 6 anos, no campeonato do CIF ou do Inatel.
Nestes jogos internacionais, talvez valesse a pena a SIC arranjar um ou dois comentadores que não odiasse tanto o Benfica. É porque tudo leva crer que a maior parte dos espectadores até são do Benfica. Digo eu.
JL

NOSSO DESTINO É O DE VENCER

 Seja qual for o resultado de hoje à noite, o Benfica reencontrou-se finalmente com o seu destino. Voltámos ao sítio dos vencedores. Ao nosso lugar. Mas nem por isso a responsabilidade e o trabalho que temos pela frente é menor. Falássemos apenas de futebol e, por exemplo, o campeonato já era nosso.
É inacreditável a narrativa (palavra em voga) construída à volta do último jogo. Continua-se a falar, dias depois de 4, 5, mil penaltis e duzentas expulsões. Números atirados à parva. E dos dois ou três que realmente colocam algumas dúvidas, vistos ao pormenor dão em nada. Vejam aqui, aqui e aqui. Então o do Capel têm de me explicar muito devagarinho onde é que existe toque. Justo, era um cartão amarelo para o lagarto.
Mas comparem estes lances com o golo anulado contra o Braga, que nos custou 2 pontos. E a indiscritível arbitragem de Coimbra, onde se foram mais dois.
Hoje temos um jogo muito difícil. Porque o ambiente condiciona muito, seja qual for a equipa. Grandes equipas já tropeçaram na Turquia. Acresce o eventual cansaço de alguns jogadores, já que o Benfica anda a jogar sem parar há bastante tempo. E finalmente, porque mais uma vez, vamos jogar fora sem um dos centrais. Já é sina.
Segunda-feira, vira o disco e mais um obstáculo. Equipa forte, com os jornais a fazerem uma pressão desmesurada sobre arbitragem. Ainda hoje é capa do “O Jogo”, a continuada coerção do velho flatulento. Qualquer equilíbrio ou distracção pode-nos ser perigoso. E na final da taça, não se espere um passeio.
No entanto, cá estamos. Presentes. Para vencer.
JL

quarta-feira, 24 de abril de 2013

PENALTIES ROUBADOS ??? 35 ANOS DELES!


Chorem baba e ranho, espumem de raiva, vomitem a bílis, o ódio, o despeito e a inveja: só isso vos move.
Contabilizem penalties como quem conta projectos falhados e treinadores despedidos.

Sobretudo, não tenham medo de cair no ridículo: daí já não passam nem saem.
Se vos faltarem argumentos, peçam ajuda ao padrinho rico do Norte que ele não vos falta: depois paguem-lhe com outro Moutinho qualquer.

Quanto a nós, Benfica, deixemo-nos de falsa caridade, de pudores hipócritas ou de filantropia de ocasião: estou-me completamente nas tintas para as dúzias de penalties que essa corja chora e reclama.
Ainda que tivessem existido, seriam ridiculamente insignificantes face a 35 longos anos em que temos sido indecentemente usados, vilipendiados, roubados por dirigentes sem escrúpulos, honra ou vergonha, árbitros corruptos, jornalistas cobardes, jogadores drogados e donos de bares de alterne ao serviço de todos eles.
Perante tudo isto, um silêncio ensurdecedor de décadas.

É este o retrato nu e cru dos últimos 35 anos de uma vergonha chamada  futebol português.
Se o quiserem trocar por um qualquer mergulho do palerma do Capel, estejam à vontade.


RC

terça-feira, 23 de abril de 2013

UMA GRANDE CASA


Ninguém pode enganar todos durante todo o tempo. O lixo que vai saindo debaixo do tapete não é bonito. O que eu pergunto aos senhores jornalistas que nas últimas décadas, apesar das escutas, fotos e testemunhas, assistiram a tudo isto num ensurdecedor silêncio, é se essa atitude lhes fez bom proveito ou se continuam a tremer de medo do velho do norte? Porque até para cobardia há limites. Digo eu.   





JL

segunda-feira, 22 de abril de 2013

O NOSSO GRANDE AMOR


O árbitro não assinalou 17 penalties a favor do Sportém,
O golo do Salvio não devia ter valido porque o gajo tem orelhas grandes,
Os jogadores do Sportém foram impedidos de rematar á baliza,
A filha do Bruno de Carvalho tem 10 anos e distingue o claro do escuro,
Os gajos do Benfica são um bando de facínoras: há vários jogadores da lagartagem com deslocação da retina por causa do 2º golo do Benfica,
O Sportém só perdeu 2-0 com um dos mais desinspirados Benficas da época,
Mas os adeptos foram incríveis e galvanizaram a equipa!

O Sportém é, de facto, o nosso grande amor!

RC

sábado, 20 de abril de 2013

SETE METROS DE BIPOLARIDADE

Clarice Lispector, escritora brasileira que está actualmente a ser alvo de uma exposição na Fundação Calouste Gulbenkian, escreveu algo como: “(…) o pior é o súbito cansaço de tudo. Parece uma fartura, parece que já se teve tudo e que não se quer mais nada.” É isto que eu sinto ao ver a nossa equipa de andebol jogar. Não sinto isso de jogo para jogo, mas em vários momentos do próprio jogo. Não é de agora, não é desta equipa técnica. Fazem jogadas brilhantes, mas de repente todos param, como se não valesse a pena vencer.

JL

sexta-feira, 19 de abril de 2013

TROCAS E BALDROCAS

Se joão capela já nos deixava de pé atrás, a toca de um dos dois árbitros assistentes de João Capela, no caso Pedro Garcia, por Ricardo Santos, o que validou o golo de Maicon no ano passado, deve deixar-nos no mínimo em alerta.  
JL

MILHÕES DE CHAMAS BEM ACESAS (2)

Arrepiante.
Esmagador.
Premonitório também: estamos no limiar de  momentos históricos e todos nós o sentimos.
Arrepiante.
Esmagador.
É disso que se trata quando dizemos Benfica.


 

RC

quinta-feira, 18 de abril de 2013

UM DIA ESTRANHO


O velho senil mostra-se sensibilizado com os elogios vindos da Colômbia.
Como se elogios e palavras bonitas não fossem habituais entre velhos parceiros de negócios vários.

O treinador do Moreirense fala como antigo treinador ou como futuro dirigente dos lagartos, manifestando fé (sic) em como o Sportém não perde.
Tudo isto, repita-se, enquanto treinador do Moreirense, nas instalações do Moreirense e na mesma semana em que jogou e perdeu em Alvalade, na mesma semana em que se encontrou com Bruno de Carvalho.
Deve ser, seguramente, a isso que o último comunicado do Sportém se refere quando exige “o total respeito pelas Instituições, pela Verdade e pela Ética”.
               
Ainda sobre o ancião de Contumil: ao que parece vai recandidatar-se porque foi “autorizado pelo médico”.
Só não explicou se era o legista.

O Vitó perde o sarcasmo sacana que ostenta habitualmente: nervoso e alterado como raramente, eleva o tom de voz e dispara em várias direcções, tentando acertar em algo (ou tudo?) quanto se mexa.
O homem não anda bem: talvez não fosse pior chamarem o médico do patrão.

Ao que parece, o jogo de domingo será arbitrado por João Capela.
Não há Proença ???
Só vendo.


RC

MILHÕES DE CHAMAS BEM ACESAS