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Neste blog por vezes escreve-se segundo a nova ortografia, outras vezes nem por isso.


terça-feira, 5 de novembro de 2013

TÍTULOS POSSÍVEIS PARA UM POST INEXISTENTE

·        A noite em que perdendo, ganhamos uma equipa
·        E se fossemos marcando uma viagem para Turim?
·        De quantos falhanços se faz uma derrota?
·        Roberto: a vingança serve-se grega
·        O anão cresceu: e Roberto tudo defendeu
·        Façam penalties, não cantos!
·        Quem perde 5 pontos com o Olimpiakos, merece a Champions?
·        E só faltaram os golos, esse pequeno pormenor
·        Sábado, todos à Luz: alguém tem de as pagar!


P.S-Apenas um breve comentário: sei que a hipocrisia e a desfaçatez não têm limites  e por isso estou certo que das profundezas do esgoto aparecerá seguramente alguém a criticar Jesus ou Vieira ou ambos pela dispensa desse portentoso guarda-redes chamado Roberto.

Wait and see.

RC

SENTADOS NA AGULHA



A saga continua. O Benfica faz finalmente um bom jogo, mas o improvável Roberto oferece-nos uma exibição assombrosa. Em compensação o Olimpiakos faz um golo praticamente no único lance de perigo. Acresce a lesão do Cardozo a quatro dias do dérbi e para finalizar, tipo cereja, o Anderlecht empata em Paris. Se o Benfica quisesse encontrar uma agulha num palheiro, era só sentar-se nele. 

JL

domingo, 3 de novembro de 2013

AS INTERMITÊNCIAS DA VIDA

A julgar por uma certa estabilização exibicional evidenciada nos últimos 2 jogos para o campeonato, creio poder dizer-se sem grande margem de erro que o “rolo compressor” acabou.

Nada de demasiado grave, porém.
Este é claramente um Benfica diferente: menos exuberante e mais contido; menos espectacular e mais intermitente.

A julgar pelas últimas exibições, a equipa parece começar a encontrar um caminho próprio, necessariamente diferente do passado recente: talvez um Benfica mais amadurecido, menos alegre é certo, mas mais cínico e menos dado ao romantismo das notas artísticas.

Se estas intermitências significarem que a equipa quer e não pode, é um péssimo sinal.


Se, ao invés e como acredito, forem fruto de uma abordagem diferente ao jogo e às suas contingências, significará então que Jesus aprendeu alguma coisa com o passado recente e que, portanto, talvez nem tudo esteja perdido.


RC

sábado, 2 de novembro de 2013

BICAMPEÕES CONTINENTAIS



Foi a prenda de hoje para o senhor Cosme, que sonhou e concretizou um Benfica vencedor. A segunda taça continental consecutiva. Uma exibição de encher o olho e o pavilhão como sempre devia estar. Vitória sobre os espanhóis do Vendrell por 5-0. Grande Benfica. 

JL

FOI HÁ 128 ANOS


A CULPA, ESSA SOLTEIRONA



Como já é habitual o Ministério Público, perdão, o Ministério do arquivamento de casos de justiça, arquivou o inquérito relativo ao incêndio nas bancadas do Estádio da Luz, que ocorreu no Benfica-Viscondes de há dois anos. Ao que parece a investigação não permitiu identificar os autores do incêndio na caixa de segurança da bancada visitante, onde estavam os adeptos do Sporting. Enfim, nada de novo. 

JL

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

VITAMINA GOLO



O golo a servir como espanta fantasmas numa partida em que no início o complicómetro parecia estar a entrar em rotação máxima. Todavia, vieram os golos e o jogo acabou com números interessantes e outra vez sem sofrer golos. Uma vitória importantíssima quando se aproximam algumas tormentas. A exibição? Houve em espaços classe, muita classe. Já é um bom princípio. 

JL

terça-feira, 29 de outubro de 2013

O MELHOR DO MUNDO…DELE



Não existe sustentação racional para que a nacionalidade seja um atributo. Nem tão pouco emocional. Pode até ser natural sentirmos mais familiaridade com um compatriota do que com um esquimó. Todavia, nesta fase de desenvolvimento da humanidade estes acessos cegos de patriotismo são no mínimo desajustados. 

Andar a defender o menino Ronaldo apenas porque é português é algo que me tira do sério. O Jogador do Real Madrid teve o mérito de se tornar um fenómeno mediático. De resto, nunca o vi como adversário à altura de um Messi, mesmo em épocas de grande forma. E compará-lo com outros nomes míticos da história do futebol só se compreende à luz da bebedeira patrioteira que caracteriza a comunicação social portuguesa.   

Comparem a estrutura física de Ronaldo com a de Messi. Aquele meio tostão de gente consegue coisas que o matulão do Ronaldo nem sonha fazer. Digam um jogo que o menino Cristiano tenha resolvido sozinho. A selecção do Bento espera milagrosamente por esse momento. 

Compreendo a aversão de muita gente de dentro do mundo do futebol a este tipo de jogador-estrela. O Mourinho, que quase sempre acerta no que diz, sabe porque afirmou que o verdadeiro Ronaldo é o do Brasil. Em contraste, este Ronaldo não disfarça a obsessão em relação ao Messi. É um eterno infeliz, que fica desorientado se alguém lhe grita ao ouvido “Messi”. 

Olho para este Ronaldo e para o seu mundo cor-de-rosa, de festas foleiras, carros desportivos e irmãs gordas e recordo, por exemplo, o grandíssimo Eusébio da Silva Ferreira, que só no joelho esquerdo, foi operado seis vezes ao menisco. No futebol, como na vida, não há comparação possível. 

JL